Propriedade Intelectual contribui para o desenvolvimento socioeconômico do país
A Agência Unesp de Inovação (AUIN) completa 5 anos em 2014. A professora Vanderlan Bolzani, diretora executiva da agência, apresentou um pequeno relato das atividades da Agência ao Conselho Universitário, durante a reunião ordinária realizada nesta quinta-feira, dia 24 de abril.
“Os depósitos de pedidos de patentes cresceu mais de 100% após a instalação da AUIN”, salientou a diretora. A agência tem por missão gerir a política de proteção e inovação das criações intelectuais de titularidade da Unesp. Propõe-se a atender a demanda de solicitações de proteção ao conhecimento em todas as suas modalidades, bem como de sua efetiva exploração econômica.
A Unesp tem 71 contratos de inovação, 70 pedidos de patentes para softwares, seis para desenhos industriais, 143 marcas patenteadas, além de 188 pedidos de patentes prioritárias, 46 pedidos em fase nacional, e 25 depósitos de patentes via Tratado em Cooperação de Patentes (sigla em inglês PCT), da Wipo (sigla em inglês para Organização Mundial de Propriedade Intelectual).
De acordo com Vanderlan, o órgão serve de mediação entre a Universidade e as empresas para que os conhecimentos gerados nas unidades universitárias contribuam para o desenvolvimento socioeconômico do país, por meio da interação universidade-empresa.
Entre as atividades realizadas pela AUIN, a professora destacou as visitas e palestras feitas nas 34 unidades da Unesp, com intuito de sensibilizar docentes, pesquisadores e estudantes sobre a importância da Inovação e da propriedade intelectual no contexto de desenvolvimento de tecnologias e inovações sociais.
A AUIN colocou na internet um banco de tecnologias (http://unesp.technologypublisher.com/) geradas por intermédio de pesquisas feitas na instituição, disponíveis para licenciamento por meio de acordos de transferência de tecnologia. O banco reúne 30 exemplos de tecnologias nas áreas de agropecuária, alimentos, energia, engenharia e instrumentação, meio ambiente, novos materiais, saúde humana, tecnologia da informação e veterinária, prontas para serem introduzidas no mercado.
“Acredito que a geração de patentes poderá levar a instituição a um patamar de Universidade de Classe Mundial, com reconhecimento nacional e internacional em pesquisa e inovação”, disse Vanderlan.
Ouvidoria – A ouvidora da Unesp, professora Maria Suzana Stefano Menin, fez uma exposição para os conselheiros sobre as ações realizadas pela Ouvidoria da universidade em seu primeiro ano de Gestão. Ao todo, o órgão atendeu 533 demandas, com um foco grande em reclamações e denúncias sobre as greves nos câmpus universitários e sobre irregularidades em concursos públicos. Cada denúncia foi encaminhada para os órgãos competentes.
A ouvidora destacou as ações feitas para o esclarecimento sobre a proibição do trote na Unesp, como, por exemplo, a distribuição de folder. Maria Suzana falou da rede de ouvidorias, que está presente nas 34 unidades universitárias. No entanto, ela ressalta que as ouvidorias são pouco procuradas ainda para denúncias de trote. “Precisamos divulgar ainda mais na comunidade o papel do órgão, que tem por função receber reclamações, denúncias e elogios a área competente para respostas ou solucionar problemas”, disse.
Os contatos com as ouvidorias locais estão disponíveis nas páginas de cada faculdade ou instituto, e na página principal da Universidade ( http://www.unesp.br/portal#!/ouvidoria_ses).
Para ver a apresentação da Ouvidora, acesse: http://prezi.com/npnjxlo4llym/ouvidoria-da-unesp



