Programa divulga pesquisas da Universidade
A produção de fatos científicos tem se aproximado cada vez mais do dia-a-dia dos cientistas e das pessoas comuns. Assim, a ideia de criar o programa Ciência Sem Limites, com transmissão pela TV Unesp, abre um novo canal de comunicação audiovisual com o mundo da pesquisa e suas peculiaridades.
O objetivo é demonstrar as oportunidades que o pesquisador dispõe dentro do universo da comunicação e, sobretudo, para divulgação dos resultados, trabalhos em andamento ou mesmo área de atuação das pesquisas científicas. Em outro prisma, mapeia o processo de construção da notícia, a partir da interatividade e de outras variáveis.
Pesquisadores passam a demonstrar o valor quantitativo e qualitativo de seus trabalhos, bem como a interação com o telespectador que passa a conhecer, pela mídia, o que se realiza na Unesp.
A divulgação científica, cujas inovações e novas formas de apresentação permitem uma abertura e conhecimento da produção gerada no âmbito universitário, respaldo e demonstrativo das verbas públicas aplicadas em pesquisas.
Ciência Sem Limites tem a duração de cerca de 30 minutos e mostra o ambiente de trabalho do pesquisador com entrevistas em estúdio e seus respectivos laboratórios, conforme sua especialidade para fornecer maior gama de informações sobre os resultados e métodos desenvolvidos nas mais diversas áreas da pesquisa, ensino e projetos de extensão. A prestação de serviços torna-se essencial, pois a visibilidade à comunidade se torna necessária e fundamental dentro dos parâmetros da Universidade Pública.
O público alvo do Projeto “Ciências Sem Limites” é a população de Bauru e região, pessoas de toda a Unesp e internautas por meio do Portal da TV Unesp.
Desta forma, o comprometimento da Universidade com a sociedade será demonstrado, pelas imagens e entrevistas, como um respaldo e retorno do investimento que o contribuinte realiza.
No programa de estreia o professor Manoel Lima de Menezes, do Departamento de Química, fala de sua pesquisa para extração de óleo para produção de biodiesel a partir da polpa da fruta abacate. Segundo Manoel, trata-se de mais uma fonte alternativa de óleos vegetais que podem ser utilizados como matéria prima para se produzir biodiesel. O abacate, diz Manoel, tem teor que varia de 5 a 30% e a região de Bauru apresenta, no máximo, 16% de teor de óleo. “Esse índice é praticamente igual ao que a soja produz, comparados aqui em nossa região, constatamos 18%”, esclarece.
Manoel destaca que um dos principais obstáculos para a se obter óleo é o alto teor de umidade, sendo que o abacate tem 75% de água, em média, o que afeta o rendimento da extração. “Esse foi um dos desafios que a pesquisa se propôs a solucionar: aperfeiçoar as metodologias de extração para obter melhor rendimento”, finalizou.
Estréia
Ciência sem limites na TV Unesp Inédito:
Segunda-feira, às 18 h Horário alternativos: quarta-feira às 13h30 e aos sábados às 16 h.
A chamada do programa pode ser vista em:
Informações
(14) 3103-6002 , na Assessoria de Imprensa da FC/Bauru



