A AUIN cai na estrada

Agência Unesp de Inovação cria programa itinerante de propriedade intelectual

Depois de vários anos de estudos, de trabalho árduo, de erros e de novas tentativas, o pesquisador chega, enfim, a um resultado satisfatório. O que fazer, a partir desse momento? Como aferir o valor comercial daquela descoberta e saber se ela pode ser patenteada? Mais: em caso positivo, quais os passos que se deve dar? Para responder a estas e a tantas outras dúvidas sobre propriedade intelectual (P.I.), a Agência Unesp de Inovação (AUIN) criou o programa “P.I. na Estrada”. A partir deste mês de setembro, e até o final de 2010, a equipe da AUIN deverá percorrer todos os câmpus da Universidade, esclarecendo a importância e os objetivos do órgão, além de manter, durante todo o dia, um plantão tira-dúvidas.

O périplo da Agência iniciou-se pelo Câmpus de Dracena, no dia 2 de setembro; Faculdade de Engenharia, câmpus de Ilha Solteira, no dia 3; e Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, câmpus de Jaboticabal, no dia 15. “Vamos divulgar as funções da Agência e difundir a cultura de propriedade intelectual”, resume o diretor executivo José Arana Varela. “Além do seminário sobre a AUIN e da troca de idéias sobre P.I. com os pesquisadores, vamos visitar as administrações municipais para estabelecer parcerias voltadas para projetos de políticas públicas”.

Spin-offs – Além desses tópicos, o programa “P.I. na Estrada” vai investigar os nichos regionais, estimular os arranjos produtivos locais (apl’s) e induzir a criação de incubadoras. “Empresas incubadas a partir de tecnologias desenvolvidas nas universidades, as chamadas “spin-offs”, têm se mostrado importantes geradoras de empregos e estabelecido um novo perfil industrial para o País”, informa Vanderlan Bolzani, vice-diretora executiva da AUIN.

A nova Lei Federal de Inovação, de 2004, e a Lei Complementar Estadual, de 2008, vieram reconhecer o importante papel das universidades no processo de inovação e a legitimização das parcerias entre academia e empresa. As mesmas leis determinam, também, a institucionalização de NIT’s. “Isso significa que o agente negociador, quando o assunto for propriedade intelectual, será sempre a Agência”, lembra Varela. “E nossa função, como intermediadores, será sempre facilitar o movimento das descobertas da pesquisa acadêmica, do laboratório até o mercado, visando o benefício público”. 

Paulo Velloso

Agenda das Próximas Visitas

DataLocal
8/10/09Faculdade de Engenharia, câmpus de Guaratinguetá
15/10/09Instituto de Biociências e Ciências Exatas, câmpus de S.J. do Rio Preto
4/11/09Faculdade de Engenharia, câmpus de Bauru
2/12/09Faculdade de Medicina, câmpus de Botucatu
3/12/09Faculdade de Ciências Agronômicas, câmpus de Botucatu

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